Prós
Otimos beneficios Autonomia para tocar projetos
Contras
Durante muito tempo, tivemos apenas avaliações voltadas para os liderados, sem um espaço estruturado para avaliar a liderança. Isso criou um desequilíbrio importante na cultura de feedback, onde apenas uma parte da relação era constantemente analisada. Quando a avaliação de liderança foi finalmente incluída, abriu-se um espaço necessário para que algumas pessoas pudessem, pela primeira vez, pontuar comportamentos e posturas que precisavam ser revistos. Foi um avanço relevante. No entanto, percebo que ainda existe um desafio: muitos líderes não parecem preparados para receber conversas difíceis com a mesma maturidade com que aplicam feedbacks aos seus liderados. Há uma diferença clara entre saber cobrar e saber escutar. Feedback não pode ser uma via de mão única. Se a cultura preza por desenvolvimento, isso precisa valer para todos os níveis. A liderança também precisa estar aberta a revisões, ajustes de postura e autocrítica — especialmente quando a própria empresa cria um espaço formal para isso. Fortalecer essa maturidade tornaria o ambiente mais seguro, coerente e alinhado com o discurso de crescimento coletivo.