É o que sempre dizemos aqui na MUSA: lixo é matéria-prima. Os resíduos sólidos, quando recebem o tratamento correto, geram receita e movimentam o mercado. Mas quando mandamos tudo para lixões – ou mesmo para aterros sanitários – acontece justamente o que mostra essa matéria da revista VEJA Rio: enterramos dinheiro, bilhões de reais por ano. Precisamos, com urgência, implementar o modelo do Lixo 3.0, o modelo MUSA, em nossa sociedade. Os resíduos sólidos devem fazer parte da produção econômica do país. Esse é o futuro do lixo – e a nossa única garantia de futuro.
Um planeta, um futuro! 5 de Junho, no Dia Mundial do Meio Ambiente e também Dia Nacional da Reciclagem, estamos aqui para reforçar que o reúso do resíduo como matéria-prima é o único caminho possível para a subsistência social, econômica e ambiental. Essa responsabilidade é de todos nós! Qual o futuro do seu planeta? Qual o futuro do seu lixo? 💚
"Cleantech", termo que significa “tecnologia limpa” e serve para designar empresas que buscam a sustentabilidade pela inovação, é, em muitos sentidos, a palavra do futuro. No nosso site, explicamos por quê. Acesse o link abaixo.
Simone Lessa, nossa Head of People, aborda sobre como receber uma nova geração no mercado de trabalho, conseguindo extrair o melhor do time e consequentemente trazer os melhores resultados com engajamento. A soma de todas as pessoas de diversas gerações, traz enormes aprendizados, mas requer adaptações. "A primeira geração nativa digital chegou para nos fazer repensar o valor, a importância e o espaço que o trabalho deve ter nas nossas vidas". Leia o artigo na íntegra acessando o link abaixo.
No fim de abril, a agência S&P Global, que dá aos países pontuações de acordo com a saúde de suas economias, publicou um relatório com a análise do provável impacto econômico das mudanças climáticas. Uma das estimativas do estudo é que, com o aumento do nível do mar e as ondas de calor, provocando secas e tempestades cada vez mais frequentes, a produção econômica global pode ser reduzida em 4% até 2050. Os países pobres seriam os mais afetados, com perdas no PIB em média 3,6 vezes maiores que as dos mais ricos. Não existe outro caminho: só podemos amenizar esse impacto por meio de mudanças de hábitos. Isso deve partir, claro, dos governos, mas empresas e consumidores também têm grandes responsabilidades. Já passou da hora de repensarmos nossos hábitos e avaliarmos o impacto no meio ambiente daquilo que produzimos e consumimos.
Reciclar é mais do que uma possibilidade, mais até do que uma necessidade: é o único caminho possível. O Dia Internacional da Reciclagem existe para lembrar que a reciclagem precisa fazer parte de nossas vidas todos os dias. Vamos construir juntos esse futuro?
Nosso time está crescendo! A Musa dá as boas-vindas ao Marcelo Soares, que venho assumir o cargo de CTO (Chief Tecnology Officer). Um profissional com vasta experiência em sua área de atuação e que será fundamental para o crescimento e a expansão da Musa. Marcelo, é muito bom contar com você nesta missão de garantir que todo resíduo retorne para uma cadeia produtiva de reúso e construir o futuro que queremos ter!
Três milhões de máscaras vêm sendo descartadas por minuto durante a pandemia de Covid-19. Hoje, o mundo produz praticamente tantas máscaras faciais quanto garrafas de plástico. Sim, a máscara, em termos de volume, é o novo plástico, só que com um agravante: enquanto o processo de recuperação e reúso do plástico vem evoluindo, as iniciativas direcionadas às máscaras são praticamente inexistentes. E, por causa da sua composição, elas são altamente nocivas ao meio ambiente quando descartadas de maneira inapropriada. Leia na integra o nosso post no LinkedIn acessando o link
Em nosso último MusaCast, o CEO da Musa, Martin Junck, conversou com Mauro Haddad Nieri, presidente da spRegula, órgão responsável pela gestão dos resíduos e limpeza urbana da cidade de São Paulo. Nessa conversa inspiradora, Haddad falou sobre o recém-aprovado Plano Nacional de Resíduos Sólidos, sobre a importância das tecnologias e sobre a urgência de se revolucionar a relação da sociedade com o lixo. Do ponto de vista do poder público, segundo ele, o grande desafio é acompanhar a revolução tecnológica. “Estamos sempre a três passos atrás do setor privado. Precisamos entender que temos uma grande gama de soluções para os resíduos, no processamento e no tratamento, e que há espaço para todo mundo. Leia e assista nosso MusaCast acessando o link abaixo.
"A partir de agora, todos vão precisar assumir seu papel como responsáveis pelo ciclo de vida do lixo que produzem." Novo artigo do nosso CFO Emmanuel Caroit aborda o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), que vai colocar o Brasil mais próximo da realidade do lixo 3.0, e explica como a MUSA vem antecipando essa tendência. Leia o texto completo no link.