🌒 Quando anoitece, a operação continua com suas atividades e nos brinda com imagens únicas, com esse balé da recuperadora, captado pelo Aldo Arrunátegui Tartabini, nosso engenheiro especialista na Pelotização. ⚙️ Esse gigante registrado em vídeo é a recuperadora, que literalmente recupera o minério das pilhas e que, por meio das correias transportadoras, levam o produto até o carregador de navio. Após o embarque, esse minério vai para siderúrgicas de todo o mundo, para depois virar produtos do nosso dia a dia, como celulares, computadores, carros... 🏭 A recuperadora da imagem fica na Unidade Tubarão, em Vitória (ES), no Pátio de Estocagem Usina 3. Entre as curiosidades técnicas, sua capacidade nominal é de 8.000 toneladas/hora, com capacidade de projeto de 9.600 toneladas/hora e 10 caçambas. O comprimento da lança é de 45 metros, com 33 metros de altura e comprimento total de 77 metros. ⚖️ O peso desse gigante? 900 toneladas! Comenta aí o que você achou desse registro único!
🎭 Você sabia que o Instituto Cultural Vale é o maior investidor privado de cultura do Brasil? Em 2024, destinamos mais de R$ 63 milhões a museus e espaços culturais. 🖼️ Acreditamos que os museus podem se reinventar para conectar passado, presente e futuro. Ir além do propósito como espaço de memória e ter papel ativo no engajamento das pessoas com suas comunidades, em tempos de rápidas transformações. 🚀 E para iniciar as celebrações pelos 5 anos do Instituto, este foi o tema do seminário que promovemos no Museu do Amanhã (RJ), onde reunimos no debate grandes instituições do segmento no Brasil. 🏛️Com este encontro, integramos a 23ª Semana Nacional de Museus, que terá em todo o país atividades gratuitas em comemoração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio). Confira os depoimentos de Marize Mattos e Luciana Gondim, do Instituto Cultural Vale, Cristiano Vasconcelos, do Museu do Amanhã, Renata Motta, do Museu da Língua Portuguesa, e Júlia Rebouças, do Instituto Inhotim.
🛤️Há 40 anos, iniciamos nossa jornada de uma mineração responsável na Amazônia. Mostramos que é possível unir desenvolvimento econômico, cuidado com o meio ambiente e conservação da biodiversidade. 🦜🐆 No Mosaico de Carajás, 60% de todo o minério de ferro que produzimos ocupa menos de 3% da área que ajudamos a proteger – uma extensão de floresta nativa equivalente a 800 mil campos de futebol. 🌳 ▶️ Dá um play com a gente! Confira como fazer a diferença para a Amazônia, juntos, é parte do nosso presente e do futuro sustentável que estamos construindo. 💚
Realizamos hoje a segunda edição de 2025 do nosso Encontro 360, no Parque Botânico, em São Luís (MA), próximo da operação do Terminal Marítimo Ponta da Madeira. Contamos com a presença do nosso presidente Gustavo Pimenta, dos vice-presidentes Rogerio Nogueira (Comercial e Desenvolvimento), Rafael Jabur Bittar (Técnico), Marcelo Bacci (Finanças e Relações com Investidores), Catia Porto (Pessoas), Camilla Lott (interina de Sustentabilidade), Carlos H. Medeiros (Operações), de André Viana, membro do Conselho de Administração. O evento também celebrou a trajetória de Alexandre S. D'Ambrosio (VP de Assuntos Corporativos) na Vale, que encerrará seu ciclo na empresa em junho. Mais uma vez, reunimos milhares de empregados presencialmente e de forma online, reforçando nosso compromisso com transparência, conexão e alinhamento estratégico em toda a companhia. Falamos sobre temas que fazem parte da nossa ambição de longo prazo: o desenvolvimento do Novo Carajás, que pode ampliar significativamente a produção de cobre e minério de ferro no Pará; a aceleração da agenda de descarbonização, com foco em biocombustíveis e circularidade; e o papel essencial da mineração na construção de um futuro mais sustentável, conectado e tecnológico.
A inovação está presente na melhoria de nossos processos, no desenvolvimento de produtos e até no modo como repensamos nossos modelos de negócios. 💡 A Crisley Dellaqua Pacheco, nossa gerente de Ecossistemas de Inovação, falou com a gente sobre como a inovação é uma grande aliada do nosso futuro sustentável, aproximando natureza e tecnologia. 🌿💻 Confira na nossa websérie os destaques dessa conversa que aconteceu durante o Web Summit Rio 2025!
"Pode mandar o soro antiofídico" 🐍💉 A mensagem presente em telegramas na década de 1960 até fazia sentido considerando seu local de origem, a Amazônia 🌳🦜. Só que não: o pedido por antídoto para tratar picadas de cobra era na verdade um código usado por alguns geólogos para informar para a sede da empresa sobre a descoberta de uma grande jazida ⛏️. Assim, conseguiam despistar a espionagem entre os profissionais da concorrência – todos em expedição no Norte do país em busca de riquezas minerais. Essa é uma das memórias que remetem à época em que o complexo minerário de Carajás (PA) foi identificado. 🚁 Durante um sobrevoo de helicóptero na região, em julho de 1967, foi localizada uma enorme clareira no meio da floresta, similar a outras já observadas. O solo esbranquiçado e a vegetação rasteira eram indícios de alta concentração de minério próxima à superfície, o que impede o crescimento de árvores. 🔍 As primeiras batidas de martelo mudaram para sempre a história da mineração no Brasil e no mundo, com a descoberta em Carajás da maior reserva de minério de ferro de que se tinha notícia no planeta. 📸 Na foto, uma equipe de geólogos sobrevoa de helicóptero o Rio Itacaiúnas (PA), em 1967. Quer conhecer outras curiosidades históricas? Acesse o nosso Espaço Memória: https://lnkd.in/dRMjPm3T (Acervo: Espaço Memória Vale – Livro Nossa História | Crédito: Coleção Breno Augusto dos Santos, 1967)
Microbiologia ambiental? Tem a ver com a mineração. Neste episódio da nossa websérie, falamos com o José Augusto Bitencourt, pesquisador do Instituto Tecnológico Vale em Belém (PA). O principal aliado dessa atividade é um equipamento capaz de escanear organismos que medem de 400 micrômetros até 19 centímetros. Sabia que 1 micrômetro equivale a 0,001 milímetro? Imagens geradas por essa máquina tornam mais fácil a classificação da microbiologia e sua relação com áreas mineradas, e o compartilhamento de informações científicas com o mundo todo.
Terminou o Web Summit Rio 2025! 🌱 Mas a nossa conexão com a Amazônia segue mais ON do que nunca. A cantora e compositora paraense Gabriela Amarantos e de o fotógrafo Bob Wolfenson participaram do painel "Encontros transformadores na Amazônia". 🌿 🎬 Eles falaram sobre como foi a experiência de protagonizar a nossa campanha "Por Dentro da Floresta" – que mostra, por meio dessa imersão, como podemos fazer a diferença para manter a floresta em pé, juntos. Para conhecer a campanha, acesse https://lnkd.in/d6dPWC98
Seguimos conectados no Web Summit Rio. Um dos nossos destaques foi a participação do nosso CEO nos talks do palco Corporate Innovation. 🚀 Gustavo Pimenta abordou como as "Tecnologias essenciais para o futuro começam com minérios" e como estão presentes nas soluções capazes de acelerar a transição energética. 🔋 🌱Conversamos com ele sobre como o futuro sustentável da mineração também remete ao equilíbrio entre conservação e desenvolvimento, que tem marcado os 40 anos da Vale na Amazônia, que neste ano sediará a COP30, em Belém (PA) 🌎
✨O Web Summit Rio 2025 é espaço também para celebrar a diversidade do público antenado com ideias e inovações que antecipam o futuro. E a estimativa neste ano é igualar a marca de quase 35 mil visitantes que passaram pelo evento em 2024. 👏 🎦E a gente foi ouvir o que as pessoas estão achando da terceira edição deste grande evento em terras cariocas. Se ainda estiver por aqui, aproveite para conhecer nosso estande.