A falta de informações cruciais para o desempenho da função é o que mais desgasta o colaborador. Talvez a informação procurada pelo analista exista, mas ninguém sabe onde encontrá-la tamanha é a desorganização e multiplicidade dos.locais onde ela pode estar. Salários estão defasados e abaixo do mercado, então o resultado é uma verdadeira diáspora de pessoas com menos de 2 anos de empresa saindo para ganhar entre 50% e 80% a mais do que ganham atualmente. Pessoas desmotivadas não são tratadas pela gerência. A gerência crê que é melhor manter o desmotivado na operação oferecendo obstáculos aos que ainda querem trabalhar seriamente, do que resolver a situação de uma vez por todas é isso é frustrante. As ferramentas utilizadas pelo Service Desk para registro e controle dos eventos e defeitos não são ágeis e nem eficazes, o que acaba atrasando a resolução do problema. O sistema de ITSM é extremamente não-amigável, burocrático e quase sempre apresenta uma discrepância entre o inventário cadastrado e o inventário existente. Pouco se tem de Service Desk ou Centro de Operações, mas de um enorme Help Desk de um outro Help Desk. Não há padronização de execução de tarefas, cada analista trabalha à sua maneira. A gestão está distante da realidade do Service Desk e quase sempre aparece com soluções burocráticas mirabolantes que ao invés de ajudarem, atrapalham. Não há reconhecimento salarial decente para os que são promovidos, pois o aumento dado pela empresa é de 1% sobre o salário bruto. Falta comunicação vertical e horizontal entre as gerências. Analistas técnicos mais experientes acabam sem tempo para consertar defeitos devido a enorme quantidade de casos atrasados na fila e que precisam ser alimentados com qualquer informação para dar uma satisfação ao cliente, sem poder de fato resolver o problema reportado.