Cargos superiores são normalmente obtidos por manobras políticas, o que desencoraja interessados em pleiteá-los.
Incapacidade do time gerencial e da gestão de recursos humanos em absorver e resolver os problemas dos funcionários -- apesar de um belo discurso público, quando tratados a sós, a empresa se torna tradicional e o funcionário invariavelmente será tratado como o único responsável pela solução dos problemas, como quem não soube ouvir e o único responsável por ter que entender o outro lado. Funcionários são mandados embora às escuras, a bel prazer do time gerencial e os casos são abafados, explicados normalmente como "falta de produtividade".
Gerentes sem experiência e capacidade de gerenciamento de projetos de sucesso, que ficam dependente da (por sinal, ótima) capacidade técnica dos desenvolvedores, que também serão responsabilizados em caso de insucesso.
Também há uma notória falta de empenho no que tange à propícia instalação das metodologias de projeto (exemplo: SCRUM é aplicado, mas sem PO)
Extrema sensação de falta de estabilidade, seja pela própria dificuldade da empresa e sua subsidiárias se firmarem num mercado competitivo (o que é normal), seja pela sensação de que, em caso de desgaste pessoal com um gerente, este terá meios de agir arbitrariamente sem uma instância alternativa de defesa.
Alta carga horária (44h/semana), destoante do mercado.