A gestão da empresa é muito baseada na cultura interna, principalmente no fanatismo por bike. No começo isso até parece legal, cria integração e um senso de grupo, mas com o tempo fica claro que essa cultura acaba se sobrepondo às necessidades reais do negócio.
A gestão não demonstra um bom entendimento da parte financeira e estratégica da empresa. Mesmo contratando bons profissionais, muitas ideias e propostas de melhoria acabam sendo barradas com o argumento de que “sempre funcionou assim”, o que limita inovação e evolução.
Outro ponto que chama atenção é que alguns funcionários, por conta da proximidade com a liderança e desse ambiente mais informal, passam a agir como se fossem donos da empresa. As decisões acabam sendo muito influenciadas por relações pessoais, e menos por critérios técnicos ou visão de negócio.
Também é visível que boa parte do time veio da mesma empresa anterior, o que criou grupos bem fechados. Isso dificulta a entrada de pessoas novas, reduz a troca de ideias diferentes e reforça um ambiente onde quem já se conhece tem mais espaço do que quem chega depois. Observei também que a rotatividade de funcionários da empresa é grande mas somente aqueles que são contratados externo quem veio da antiga empresa continua lá firme e forte
No geral, falta uma gestão mais profissional, com foco em resultado, estratégia e crescimento. A empresa prioriza muito as relações pessoais e a cultura do grupo, e acaba deixando de lado uma visão mais ampla e estruturada do negócio. Não existe uma avaliação de desempenho ou um plano de carreira muitos funcionários terceirizados.