Avaliações da empresa Strada (Brazil)

2,6

38% recomendariam a amigos

(Total de 113 avaliações)

Perspectiva positiva da empresa: 30%

A classificação da empresa Strada (Brazil) é de 2,6 de 5 estrelas, com base em 113 avaliações de empresa do Glassdoor. Essa classificação indica que a maioria dos funcionários tem uma experiência de trabalho média nessa empresa. A classificação de funcionários da empresa Strada (Brazil) está 30% abaixo da média de empresas do setor de Agricultura, que é de 3,7 estrelas.

Avaliações por cargo

113 avaliações
1,0
7 de out. de 2025
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

Benefícios. Flash com valor competitivo de mercado. Convênio médico estendido para dependentes sem descontos.

Contras

O ambiente é marcado por uma cultura tóxica, sem direcionamento claro nem espaço para feedbacks construtivos. O que prevalece é a cobrança constante, em um cenário onde quem ocupa cargos mais altos faz de tudo, absolutamente tudo, para manter sua posição. Em 2025, iniciaram uma campanha para trazer as pessoas de volta ao modelo híbrido assim todos podem sentir a cultura tóxica ao vivo. Lideranças despreparadas, que cobram sem oferecer apoio, transformam o ambiente em um espaço de medo e insegurança. Falta direcionamento, empatia e diálogo. Ainda assim, existem aqueles que são protegidos não performam, mas permanecem por conta de parcerias e conveniências. Enquanto isso, pessoas competentes, que buscam diálogo e expressam opiniões diferentes, acabam sendo desligadas. O time de Gente e Cultura hoje existe apenas para seguir ordens cegamente, sem espaço para questionamentos, sustentando uma cultura de medo e controle que a empresa impõe sobre as pessoas. Quem está à frente da área acabou se rendendo ao jogo, agindo para manter sua posição, mesmo que isso signifique reforçar práticas que ferem os próprios princípios de uma gestão humana.

1,0
24 de nov. de 2025
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

Flash com valor competitivo; Pagamento em dias;

Contras

Foram cortados muitos funcionários com o objetivo de reduzir custos, principalmente por causa dos gastos excessivos com mudança de escritório e viagens do time comercial. Logo depois, foram contratadas pessoas, quase todas amigos pessoais da gestão, com salários muito altos, justificando como “seniorização”. Hoje, o time está extremamente reduzido, 90% composto por pessoas novas, que não conhecem os processos e estão completamente perdidas. A empresa não tem processos definidos, não tem alinhamento e quem continua na operação trabalha constantemente em horas extras tentando compensar os impactos das mudanças (agora proibiram, mas logo voltam). Muitas mudanças constantes e confusas. Ninguém sabe ao certo o que é prioridade ou qual é o objetivo da diretoria. Nada que foi alterado até agora trouxe resultado positivo ou demonstrou planejamento. É uma pena, pois o negócio tinha potencial para ser o número 1 do Brasil, mas, por causa da administração atual, só se mantém graças às sócias. Os próprios colaboradores das sócias não querem mais usar a Strada, de tanta dor de cabeça que passam. O CEO está completamente perdido, não sabe o que está fazendo nem o que acontece na empresa. Acaba sendo uma figura decorativa, enquanto quem realmente toma as decisões são os diretores, especialmente a CCO que na prática, é quem atua como se fosse a CEO, já que o CEO é lento e desalinhado. Se as decisões fossem planejadas e pensadas de forma estratégica, isso poderia até trazer benefícios para a companhia, mas não é o que acontece. Time comercial já não conseguem explicar claramente o que a empresa vende, passam a maior parte do tempo em reuniões com sócias e em almoços. Fazem visitas repetidas às mesmas pessoas e não trazem novos clientes. A crise está tão grande que já houve até episódio de bate boca na frente de clientes mostrando ainda mais a desordem e o desequilíbrio atual da empresa. Na triagem e atendimento o caos está instaurado, nada funciona. O volume de reclamações é enorme. O time comercial age como se fosse parte do atendimento, já que passa grande parte do tempo em reuniões com sócias e transportadores para falar de chamados e documentos parados. Financeiro é outro time que também está perdido. A equipe não entende o negócio e, muitas vezes, nem o que está pagando. Isso gera erros básicos, como pagamentos duplicados e necessidade de conceder descontos aos clientes. Esses problemas são consequência direta das mudanças sem estratégia. Foram retiradas as pessoas que realmente entendiam dos processos e colocadas outras que não têm conhecimento. Assim, criam novos fluxos sem entender o que já existia, gerando falhas, erros e má gestão financeira. O CFO que nunca teve compromisso com nada, chegava às 10h, ia embora às 16h parecendo nem se importar com a situação e recentemente pediu para sair. O Jurídico é um time grande, com vários advogados, mas que não toma decisões sem mandar tudo para uma consultoria externa, até contratos simples padronizados demoram uma eternidade para aprovarem. Dependem totalmente de consultoria. Na tecnologia o CTO não tem alinhamento com a equipe, não há troca, não sabe o que o time faz. Acabou de entrar e já está colocando consultoria de amigos dentro da empresa. Bem na cara de todos os colaboradores da T.I. visível em todas as reuniões. Pessoas e Cultura: Mesmo diante de tudo o que está acontecendo e de todas as mudanças sem planejamento, nada é feito. O departamento permite que a CCO implemente qualquer alteração que queira, sem questionar, sem filtrar e sem avaliar impacto. Resultado: a cultura continua tóxica, o ambiente de trabalho é péssimo e ninguém se sente parte da empresa. Time P&C, vocês estão lendo esses comentários? Nunca vi uma reunião real com as equipes para entender como estamos, como nos sentimos ou o que está acontecendo no dia a dia. Está tudo muito ruim, e isso também é responsabilidade da diretoria dessa área, que permitiu que a situação chegasse a esse nível. Não houve qualquer análise de impacto sobre retirar pessoas, sobre todas as mudanças executadas ou sobre os processos que foram desmontados. Cultura não é só palestra, formulário e discurso. Cultura é tomar decisões corretas, barrar decisões ruins, estudar o clima organizacional, ouvir as equipes e entender os impactos que cada mudança causa.

1,0
19 de jan. de 2026
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

Os benefícios são bons, mas não são os melhores como a empresa acredita que são.

Contras

Essa foi uma das experiências profissionais mais frustrantes que já tive. A empresa é extremamente desorganizada e incoerente, começando pelo próprio modelo de negócio: não existe clareza interna sobre o que a empresa realmente faz, vende ou como vende. Essa falta de direcionamento não é pontual — é estrutural. Nem a alta liderança, nem o operacional conseguem explicar de forma objetiva a proposta de valor, o produto e o posicionamento da empresa. Inclusive, muitas vezes parece mais um “quebra-cabeça em branco” sendo montado no improviso. A empresa também não consegue se posicionar dentro de um segmento: em vários momentos fica a dúvida se é tecnologia, financeira ou logística. A falta de estratégia e de definição de grupo de negócio causa decisões desconectadas e mudanças frequentes, sem planejamento ou comunicação adequada. A gestão é centralizada no CEO, porém na prática quem dita muito do ritmo e das decisões é a diretoria Comercial, que interfere em áreas fora de sua responsabilidade e influencia diretamente rotinas e prioridades de outros times. Desde sua entrada, diversos processos ficaram ainda mais desorganizados, com decisões precipitadas e exigências imediatistas que empurram outras áreas para o mesmo comportamento. Existe investimento em projetos (o que seria um ponto positivo), porém grande parte dessas iniciativas vira “projeto de gaveta”: começam com força, geram movimento, reuniões e entregáveis, mas meses depois são abandonadas, travadas ou esquecidas porque algum gestor não concorda com alguma etapa, sem governança clara para destravar. Resultado: desperdício de tempo, esforço e recursos. Em relação às pessoas, a empresa vende uma imagem de desenvolvimento e reconhecimento, porém é preciso cautela: promoções e movimentações acontecem, mas muitos colaboradores são desligados logo em seguida, sem clareza de critérios. As justificativas não são dadas ou são genéricas, e muitas pessoas sequer entendem o motivo do desligamento. O que reforça a sensação de instabilidade e insegurança no ambiente. A área de Pessoas & Cultura vive um cenário muito distante da realidade do dia a dia. Existe excesso de teoria e discurso, com promessas constantes de melhorias, ações e “novas fases”, mas pouca ou nenhuma efetividade prática. É uma rotina marcada por reuniões e apresentações, com muitos relatórios, dados e números que servem como “enfeite” para reuniões internas, sem impacto real. Além disso, a área se posiciona mais como suporte para as decisões da diretoria do que como defesa de políticas justas — inclusive apoiando diretamente movimentos para burlar ou reduzir bonificações dos colaboradores. O processo seletivo e a movimentação interna também são incoerentes. Há “políticas” que, na prática, não são respeitadas. Contratações e promoções acontecem fora de critérios claros, e isso contribui para o favoritismo e injustiças internas. O Departamento Pessoal é um capítulo à parte e muito crítico. A nova coordenação de DP tem postura extremamente inadequada: atua criando conflitos e problematizando processos sem foco em solução, frequentemente prejudicando colaboradores ao invés de apoiar. O comportamento no dia a dia é marcado por comentários paralelos sobre outros profissionais, postura de “dona da verdade” e tom de ameaça nas comunicações. Isso gera um ambiente de tensão e medo, principalmente em momentos sensíveis (folha, ajustes, benefícios, decisões trabalhistas). A analista responsável pela folha também demonstra pouca postura de atendimento e suporte ao colaborador: há falta de empatia e dificuldade de comunicação, sobretudo com profissionais do atendimento/operacional — que são, inclusive, o público que mais sofre dentro da empresa e costuma ser maltratado por outras áreas. É nítido o desprezo e a falta de acolhimento com quem mais precisa de apoio, o que piora ainda mais o clima. Sobre compliance e jurídico: existe estrutura, mas não existe confiança. Qualquer denúncia ou tentativa de questionamento gera receio de retaliação e desligamento. O ambiente não incentiva transparência; pelo contrário, incentiva silêncio. O clima organizacional é de sobrevivência. Existe pânico frequente em diversas áreas, pois se tornou comum a empresa realizar desligamentos em massa de tempos em tempos. A liderança age em função do próprio cargo e salário, porque qualquer pessoa que se posiciona contra decisões incoerentes também pode ser desligada. Já vi casos de pessoas que pediram demissão de empresas estáveis para entrarem aqui e, em duas semanas, foram desligadas sem motivo aparente. Não há gestão de desempenho decente. Gestores não dão feedback, não acompanham desenvolvimento, não existem ritos consistentes, e o básico de avaliação do colaborador não é aplicado. Por isso, promoções, méritos e desligamentos parecem aleatórios e contraditórios. O modelo de trabalho muda sem aviso. A empresa se vendia como moderna, com grande parte do time em home office, e passou a exigir presencialidade comprimindo as equipes em meio andar, com estrutura inadequada — mais por controle do que por produtividade. Os benefícios, que eram o diferencial, vêm piorando ao longo do tempo, com mudanças que reduzem as vantagens e não favorecem o colaborador. E o favoritismo segue sendo a principal “moeda”: puxar saco e estar perto das pessoas certas parece garantir privilégios e proteção. Em resumo: é uma empresa sem governança, sem organização, com liderança desalinhada e cultura tóxica, que brinca com a vida das pessoas. Um ambiente amador, instável e injusto, onde muita gente vive em constante insegurança.

Mostrando 1 a 3 de 113 avaliações

O Glassdoor tem 120 avaliações da empresa Strada (Brazil) enviadas de maneira sigilosa por funcionários dela. Leia avaliações e classificações de funcionários no Glassdoor para decidir se essa é a empresa certa para você.