A empresa apresenta uma estrutura emocional extremamente fragilizada entre os funcionários. Existe uma pressão perceptível no ambiente de trabalho, e, em algumas ocasiões, há feedbacks que poderiam ser mais construtivos e alinhados com os objetivos da equipe por parte da liderança. A discrepância salarial é evidente: profissionais com anos de casa frequentemente recebem o mesmo – ou até menos – do que colaboradores recém-contratados, desempenhando as mesmas funções. Não existe uma política justa e transparente de cargos e salários. Além disso, é comum o acúmulo excessivo de responsabilidades e o desvio de função, o que contribui para a sobrecarga e a insatisfação dos colaboradores.
Questionamentos e sugestões de melhorias são desencorajados; colaboradores que demonstram pensamento crítico ou propõem mudanças muitas vezes são penalizados. A empresa possui uma mentalidade ultrapassada, resistente à inovação e ao progresso com o passar dos anos.
Outro aspecto importante a ser considerado é a necessidade de um maior foco em iniciativas voltadas à diversidade e inclusão, especialmente no que diz respeito à população LGBT+. Atualmente, a empresa ainda não possui políticas ou ações estruturadas que promovam um ambiente mais representativo e acolhedor para todos os colaboradores, o que poderia contribuir para um clima organizacional mais inclusivo e inovador.