O mercado de trabalho é altamente rotativo, especialmente no segmento de Tecnologia. Grandes oportunidades surgem todos os dias e você precisa se preparar para aproveitá-las da melhor forma possível. É comum encontrar aquela vaga desejada, que atenda às suas expectativas, mas você acaba não sendo chamado para a entrevista. O motivo? É o que a Team Lead of Tech Recruiter na Runtalent, Paola Marques, te explicará ao longo deste artigo. Segundo ela, os perfis de TI mais buscados pelos recrutadores são os de desenvolvedores de todas as áreas, mas, principalmente, com foco nas linguagens de programação em Back End, Front End, Ful Stack, entre outras. Afinal, atualmente estas são as prioridades das empresas. Profissionais com experiência em gestão de projetos também acabam ganhando destaque no momento da seleção dos candidatos. Por se tratar de um mercado dinâmico, ter conhecimento em metodologias e ferramentas ágeis, como Scrum, faz muita diferença.
Mesmo com o avanço da vacinação pelo mundo e, consequentemente, a volta gradativa à rotina presencial, ainda é possível observar empresas que não planejam abrir mão do trabalho remoto em seu dia a dia. É o caso da gigante varejista Amazon, que recentemente voltou atrás e não planeja mais voltar a utilizar seus escritórios a partir de janeiro de 2022, deixando a definição do trabalho presencial (ou não) nas mãos dos líderes de operações. Mas o grande ponto é: os gestores estão preparados para tomar esta decisão? Estamos vivendo um grau de incerteza mundial. Todas as organizações estão em um processo de descoberta sobre os impactos da gestão a distância, tanto técnica como operacionalmente. Talvez seja por isso que o modelo de trabalho híbrido tem se destacado cada vez mais. Garantir que o colaborador esteja 100% engajado e satisfeito em sua jornada de trabalho é fundamental. No trabalho remoto, além de ser mais difícil para os gestores mensurarem a produtividade das equipes, é muito mais difícil saber se os profissionais estão bem, felizes e engajados. Essa é uma das maiores preocup
O ano de 2021 nos trouxe mudanças significativas, não somente pela necessidade e a consequente adaptação ao home office, mas também pelo fato de que os preparativos para o ano seguinte começaram mais cedo. É perceptível a movimentação de líderes e gestores para estruturarem seus times, a fim de reter os colaboradores e capacitá-los. Esse novo fluxo é o que aumenta (positivamente) as expectativas para 2022. De acordo com um levantamento da consultoria International Data Corporation (IDC), 75% das empresas que não mudarem sua estrutura organizacional para capacitar as equipes de produtos de TI, permitindo a inovação, a disrupção e a escala digital, não conquistarão bons resultados. E esse será um impacto visível a curto, médio e longo prazos. Isso engrandece ainda mais as estratégias focadas no desenvolvimento e na capacitação de profissionais internos e também na alocação de consultores, visto como alternativas muito rentáveis para as organizações que planejam modernizar-se digitalmente e melhorar suas táticas de negócio.
Diversidade e inclusão no mercado de TI
A escolha de carreira é uma decisão que muda a vida de qualquer pessoa. Alguns seguem seus instintos e aptidões, aliados às condições socioeconômicas, investindo em um sonho. Outras preferem acompanhar o mercado de trabalho e as oportunidades que ele abre. Em ambos os casos, todos estão suscetíveis a mudanças e a expandir seus horizontes com novos conhecimentos, habilidades e caminhos. E hoje vamos falar um pouco mais sobre a transição de carreira para a área de tecnologia.