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Como transformar feedbacks negativos em crescimento

Glassdoor Team
Glassdoor Team, Author & Career Expert at Glassdoor | 25 de set. de 2016
Como você reage a feedbacks? Dar e receber feedback positivo é algo empoderador e que ajuda a aumentar a autoconfiança para ir além e para saber que está no caminho certo.
Ao mesmo tempo, dar e receber feedback “negativo”, em um primeiro momento pode ser desconfortável, causar reações emocionais não desejadas e enfraquecer a autoestima. Não é nada agradável saber que um trabalho que fez, não atendeu as expectativas. Não é gostoso saber que características pessoais estão incomodando ou causando conflitos, na vida pessoal ou trabalho. São mensagens como: “você é inflexível”, “você é muito competitivo”, “você precisa se organizar melhor”, “você não aceita mudanças” e por aí vai.
Feedback = elemento para reflexão a fim de obter resultados mais satisfatórios na vida pessoal e profissional. A partir do que descubro, posso agir e fazer escolhas.
Devemos focar em questões como: o que você aprende sobre você ao ouvir feedbacks de outras pessoas? Será que existe alguma verdade sobre quem você é e como você age, que você está negando? Qual o impacto disso? Qual seria uma forma construtiva de utilizar essa informação? Tomar consciência sobre si é fundamental para se desenvolver. E escutar sinais que outras pessoas dão, pode ser um bom caminho.
Não é questão de se preocupar exageradamente sobre o que os outros pensam e viver para atender a expectativa das pessoas. Sim, eu sei que precisamos ser autênticos, “ser a gente mesmo”, mas existe uma linha tênue neste sentido e tudo depende dos objetivos que se quer alcançar.
Equilibrar o impacto da visão do outro sobre você (tanto positiva quanto negativa), pode ser bom – não tomar tudo que os outros falam como sendo verdade absoluta, mas ao mesmo tempo usar aquilo como elemento de reflexão e de crescimento.
Se eu quero me relacionar bem com as pessoas e ter alianças duradouras, mas sou muito resistente à ideia dos outros sempre, quero estar certo sempre e sou agressiva na forma de falar, não me importando com o sentimento dos outros, o que pode acontecer?
Se alguém me diz que me preocupo demais, no sentido de autocobrança e de querer controlar tudo, e eu quero ter um bem-estar melhor, o que posso aprender com esse olhar sobre mim? Talvez eu realmente precise aprender a “desapegar” do controle excessivo e da preocupação que é improdutiva, afinal, posso gerar estresse maior do que realmente o necessário e limitar minha capacidade pelo excesso de crítica. A vida pode ser mais leve.
Se recebo um feedback de um gestor a respeito da minha postura com clientes, de que preciso ter um posicionamento melhor e arriscar mais – e realmente quero permanecer na empresa e crescer lá dentro – preciso criar estratégias para desenvolver competências que me ajudarão nisso.
Às vezes pode doer um pouquinho reconhecer as verdades, mas é libertador e um passo importante para libertar o potencial e criar planos de ação.
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Esse texto é de autoria de Patrícia Schuindt, da R122 Coaching, uma empresa que oferece soluções de Coaching e treinamento de Coaching para Líderes.
Atendem companhias nacionais e internacionais, organizações com propósitos específicos, negócios familiares e pessoas que busquem uma parceria para facilitar o desenvolvimento de competências, a obtenção de objetivos e mudanças específicas.

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