Prós
Não há!!! A empresa possui uma estrutura enxuta, típica de organizações de pequeno porte; no entanto, sua dinâmica interna é amplamente moldada pelas preferências pessoais da liderança executiva, fazendo com que os gostos individuais prevaleçam sobre critérios técnicos ou estratégicos.
Contras
A empresa adotou o modelo híbrido; entretanto, grande parte da liderança reside muito próxima ao escritório, o que reduz significativamente a percepção sobre os desafios enfrentados pelos colaboradores que precisam se deslocar longas distâncias, ou seja esta no escritório por estar. Além disso, as pessoas responsáveis pelo controle de presença não comparecem ao escritório com regularidade e quando o fazem, chegam tarde e deixam o local muito cedo, apesar de morarem a poucos minutos da sede. Esse comportamento reforça a percepção de falta de exemplo e alinhamento entre discurso e prática. O escritório encontra-se em uma região desfavorável, marcada por problemas de segurança, especialmente para quem precisa estender a jornada até mais tarde. O deslocamento até o transporte público exige caminhar por áreas de risco, deixando os funcionários vulneráveis. A infraestrutura física é limitada e oferece apenas o mínimo necessário, sem condições adequadas de conforto ou qualidade para o trabalho diário como banheiro, copa internet limitada e quando a falta de energia escritório fica totalmente inoperante. No que diz respeito a desenvolvimento profissional, não há expectativas claras, planos estruturados ou qualquer ambição consistente voltada ao crescimento interno. O ambiente organizacional é altamente politizado e tende a valorizar comportamentos de conveniência e alinhamento pessoal às chefias, em detrimento da capacidade técnica, da experiência ou da entrega real dos profissionais. Essa dinâmica tem resultado em perda contínua de talentos qualificados, enquanto permanecem ou avançam aqueles que demonstram maior habilidade política, mesmo sem competência técnica ou preparo adequado para gestão de pessoas. A percepção geral é de favoritismo e manutenção de grupos específicos, enfraquecendo a meritocracia e o senso de justiça interna. Como consequência, áreas essenciais — incluindo vendas e adoção — sofrem com lideranças pouco preparadas, gerando impactos diretos na qualidade das entregas, na experiência dos funcionários e na credibilidade interna. Embora a empresa possua potencial para crescer e se consolidar, a má gestão e a ausência de processos estruturados tornam inviável alcançar metas ambiciosas, como a de se posicionar como um dos maiores provedores de cloud do país. Sem mudanças profundas, essa visão permanece desconectada da realidade atual.