"Os aspectos negativos, que infelizmente eram diversos, incluíam a carga horária excessiva. Eu trabalhava das 12h às 20h, sendo que, muitas vezes, só conseguia sair após esse horário. O sorvete, por sua vez, era extremamente rígido e difícil de manusear, o que exigia o uso de uma 'cuchara' de metal, que prejudicava as mãos. Até hoje, sinto dores no pulso devido a isso. Além disso, o pagamento do FGTS era frequentemente realizado de forma irregular. O valor era pago com grande atraso, sendo efetuado apenas anualmente, com a justificativa de que o sistema de caixa estava dificultando os pagamentos. Vale alimentação era R$300,00, para trabalhar finais de semana e feriados.