- Obrigatoriedade de presença no escritório para quem mora a até 15km do raio do escritório, gerando custos adicionais de transporte e alimentação que inexistem para quem trabalha 100% remoto, gerando disparidade de salário para funcionários em uma mesma função e nível de senioridade
- Falta de transparência e definição no processo de progressão de carreira que é atualizado quase todos os anos, com mudança de regras e classificações, gerando insegurança em relação às metas a serem alcançadas. Como as metas são dinâmicas e mudam com frequência, não há garantia de aumento de nível. Sem definição transparente ou clara do valor a ser adicionado ao salário conforme os níveis do plano de carreira.
- Disparidade nos salários pagos para funcionários de uma mesma função e mesmo nível de senioridade, causando conflitos internos e insatisfação com a empresa
- Dificuldade na aprovação de pedidos de aumento, mesmo comprovando performance alta e constante ao longo dos anos na empresa
- Falta de organização das camadas superiores da gestão em relação aos projetos (alocação de recursos com baixa senioridade ou quantidade insuficiente de recursos em projetos de alta complexidade e alta demanda)
- Recursos gerenciais (não-técnicos) tomam decisões e assinam contratos com os clientes as vezes sem a revisão e/ou aprovação do time técnico quanto à complexidade, número de recursos e prazos para entrega)
- Recursos responsáveis por mentoria recebem carga extra de trabalho gerencial, além de sua carga de projetos, sem acréscimo no salário ou bonificação
- Sobrecarga de recursos, principalmente gerenciais, com alocações que extrapolam o 100% (recursos alocados 100% em um projeto e 50% em outro, por exemplo), e também diversas solicitações do alto escalão, o que dificulta sua atuação nas questões realmente importantes inerentes ao cargo