A política de recontratação de ex-colaboradores demonstra falta de coerência na prática. Apesar da empresa abrir processos seletivos voltados para ex-funcionários, profissionais que tiveram um histórico considerado “mediano” ou com falhas pontuais acabam sendo descartados automaticamente, mesmo após longos períodos fora da empresa.
No mercado, é comum que empresas reavaliem ex-colaboradores após cerca de 6 meses, justamente para considerar evolução, maturidade e mudança de postura. No entanto, mesmo após períodos maiores — próximos de 1 ano —, não há abertura real para essa reavaliação.
Isso gera a sensação de que as vagas para ex-colaboradores não representam, de fato, uma segunda oportunidade, mas sim um processo seletivo com critérios pouco transparentes e possivelmente excludentes. Não há clareza sobre os critérios utilizados nem espaço para que o candidato demonstre sua evolução.
Essa prática pode impactar negativamente a credibilidade do processo seletivo e desmotivar profissionais que buscam recomeçar de forma mais madura e comprometida.