A cultura interna sofre com uma gestão de pessoas pouco presente. Existe uma lacuna crítica de acompanhamento e feedbacks recorrentes; as avaliações de desempenho carecem de critérios objetivos, resultando em decisões de desligamento inesperadas, mesmo após a apresentação de planos de ação proativos pelo colaborador. Além disso, a estrutura enxuta somada a um ambiente de favoritismo ('conchavos') limita o crescimento meritocrático e gera um turnover que sinaliza problemas na liderança direta.