Prós
Sinceramente? Nenhum, nem mesmo as pessoas
Contras
Típica empresa moderninha que PJtiza tudo pra explorar pobre, CEO sem educação e respeito pelo próximo. Eu escrevia "o céu é azul" e o texto vinha canetado como "azul é o céu", apenas para me abarrotar de refação inútil. Me pagavam 2500 PJ pra criar estratégia de SEO, fluxo de conteúdo de blog, funil de e-mail, cronograma abundante de rede social da empresa e do perfil da CEO (que nunca cresciam em seguidores pq não tinha uma pessoa pra definir estratégia). Não tive treinamento nem liderança nem direcionamento. Ninguém me ensinou nada sobre as palavrinhas "moderninhas" e "disruptivas" das "soluções" que eles vendem ou vendiam. No meio do caminho, surgiam 200 novos roteiros e ebooks não programados pra fazer. Orientação? Nenhuma. Fluxo de trabalho? Nenhum. Gestor na área de comunicação? Zero. Era eu e Deus, com a CEO fazendo call toda hora pra reclamar de algo ou cobrar coisas novas que eu nem estava sabendo que ela havia determinado que eu tinha que fazer. Fui contratado sob regime home office, mas ameaçaram tirar o VR miserável de 500 reais porque eu não ia presencial todo dia (auge da pandemia, começo de 2021, 3 mil mortos por dia). Quando peguei covid, peguei atestado médico de 6 dias. A puxa-saco do RH meteu um "lamentamos, mas vamos descontar do seu salário pífio". O que eu fiz? Trabalhei doente e fui demitido na semana seguinte. Ruim, ruim, ruim com força. Pessoas cruéis, que vivem no mundo da lua, pagam salário PJ até pra faxineira. Empresa sem diversidade nenhuma, trocentos funcionários e 10 mulheres. Se tinha LGBT, era escondido. Negros? Acho que tinha um ou dois. Mas se vendiam como moderninhos. Sabe a empresa da Ameinda (o meme do Instagram)? É dali pra pior. Saí faz muito tempo, mas peguei trauma de startup. Não voltaria nem por um salário de 50 mil.