Prós
Dizem que respeitam pela pessoa que trabalha lá, e realmente não há do que reclamar, se precisar sair pra resolver algo ou se tiver algum imprevisto, tá tudo certo, pra tudo tem um jeito. A cultura realmente é forte (até demais, mas beleza) O onboarding é extenso e completo.
Contras
- Vende um mundo fantástico na entrada, colocam aí meses de um onboarding até que bem relaxado, mas quando acaba, se vira pra aguentar a bronca; - A equipe é enxuta e a diretoria vende como se fosse bom e como se fosse parte da ideia deles ser isso mesmo, mas aí sobra pros poucos funcionários terem que fazer muito mais coisa do que consta em contrato; - Acúmulo de função, sobrecarga de atividades e esgotamento são partes constantes do dia-a-dia; - Por não haver gestão intermediária, não há oportunidade de carreira, não importa o que digam, é impossível. O máximo que rola é ser sênior, com algum esforço líder, mas sem maiores responsabilidades. - O "salário" (entre aspas porque PJ não tem salário, né) poderia ser melhor, e os benefícios certamente também. EMPRESA PAGA EM DIA COMO PRÓ É PALHAÇADA, NÉ GALERA? "eu respiro por conta própria" não é pró, é básico. - A estrutura horizontal, sem gerência intermediária e prezando por autogestão poderia ser boa na prática, se os diretores não fossem tão sobrecarregados e com pouco tempo para um acompanhamento mais próximo dos colaboradores; - A diretoria parece que só se aproxima de quem tem um perfil parecido ou puxa o saco. E mesmo se estiver se aproximando, qualquer pequena coisa pode ser motivo pra uma cisão total. - Os diretores são meio bitolados de tudo na vida, dizem que não querem passar isso para os colaboradores mas não é o que parece - se você não for pelo caminho de se bitolar também, perde pontos com eles. Quem mais é que faz sprint review da própria vida todo domingo a noite, por Deus???; - Anos e anos de construções soltas e confusas transformaram a empresa na confusão que é hoje, infelizmente.