- Crescimento interno, principalmente para cargos de liderança, é bem limitado. Na prática, existe um grupo fechado que concentra essas posições, o que passa uma sensação clara de favoritismo e pouca meritocracia.
- A empresa tem um posicionamento claramente esquerdista e isso influencia diretamente o ambiente e as decisões internas. Há um foco desproporcional em pautas ideológicas e simbólicas, enquanto temas essenciais para o negócio ficam em segundo plano.
- Falta uma cultura forte de performance. Aspectos como cobrança por resultado, disciplina, senso de dono e foco em crescimento são pouco valorizados comparado ao esforço em manter certas narrativas culturais.
- Em muitos momentos, o ambiente parece mais preocupado em parecer “correto” do que em ser eficiente. Isso cria uma cultura superficial, com muito discurso e pouca entrega prática.
- Para quem busca um ambiente mais direto, meritocrático e orientado a resultado, pode ser frustrante. A empresa ainda precisa amadurecer bastante nesse sentido.