Pontos negativos – O que não evoluiu (e em alguns casos, regrediu)
Apesar das mudanças estruturais, problemas já apontados no passado permanecem ativos, enquanto novos obstáculos surgiram.
A atual condução da gestão tem causado desconforto evidente, inclusive nos próprios supervisores.
É perceptível uma coordenação centralizadora, sem tato no trato humano, que expõe pessoas em reuniões, desconsidera entregas positivas, fala de colaboradores de forma negativa em fóruns abertos e demonstra pouca escuta.
Há uma clara contradição entre discurso e prática: cobra-se empatia, mas a postura é feedback disfarçado de assedio; exige-se excelência, mas não se oferece suporte nem reconhecimento.
O resultado disso é um ambiente de desgaste emocional e perda de engajamento. Não é atoa que tem gente saindo.
Colaboradores com vontade de aprender e crescer são descartados, enquanto profissionais que não produzem ou já estão claramente desengajados são mantidos ou reencaixados.
Além disso, ações de “bem-estar” superficiais continuam sendo adotadas, enquanto problemas estruturais reais seguem ignorados ou eternamente adiados.
E o comercial que so passa pano pra coisas erradas das lojas, ja viram o volume de reclamções kkkkkk
Iniciativas como pesquisa de clima, dinâmicas coletivas ou ações pontuais perdem efeito quando não há escuta individual verdadeira. O que faria mais diferença neste momento não são eventos gerais, mas sim conversas individuais, confidenciais e estratégicas com supervisores e colaboradores-chave.