Prós
A empresa continua apresentando uma boa visão de mercado, estrutura física adequada e salários e benefícios acima da média. Esses fatores ainda são atrativos importantes. Outro ponto positivo é a capacidade de expansão e inovação do negócio, que abre espaço para crescimento profissional e novos projetos. Além disso, muitos supervisores seguem sendo o principal elo de equilíbrio, demonstrando empatia, bom senso e esforço constante para proteger a operação e os colaboradores, mesmo em cenários adversos. Não é exagero dizer que boa parte das pessoas que ainda permanecem na empresa o fazem pelo suporte direto desses supervisores, e não pela condução estratégica da gestão.
Contras
Pontos negativos – O que não evoluiu (e em alguns casos, regrediu) Apesar das mudanças estruturais, problemas já apontados no passado permanecem ativos, enquanto novos obstáculos surgiram. A atual condução da gestão tem causado desconforto evidente, inclusive nos próprios supervisores. É perceptível uma coordenação centralizadora, sem tato no trato humano, que expõe pessoas em reuniões, desconsidera entregas positivas, fala de colaboradores de forma negativa em fóruns abertos e demonstra pouca escuta. Há uma clara contradição entre discurso e prática: cobra-se empatia, mas a postura é feedback disfarçado de assedio; exige-se excelência, mas não se oferece suporte nem reconhecimento. O resultado disso é um ambiente de desgaste emocional e perda de engajamento. Não é atoa que tem gente saindo. Colaboradores com vontade de aprender e crescer são descartados, enquanto profissionais que não produzem ou já estão claramente desengajados são mantidos ou reencaixados. Além disso, ações de “bem-estar” superficiais continuam sendo adotadas, enquanto problemas estruturais reais seguem ignorados ou eternamente adiados. E o comercial que so passa pano pra coisas erradas das lojas, ja viram o volume de reclamções kkkkkk Iniciativas como pesquisa de clima, dinâmicas coletivas ou ações pontuais perdem efeito quando não há escuta individual verdadeira. O que faria mais diferença neste momento não são eventos gerais, mas sim conversas individuais, confidenciais e estratégicas com supervisores e colaboradores-chave.