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Como aumentar a produtividade da minha equipe?

Glassdoor Team
Glassdoor Team, Author & Career Expert at Glassdoor | 15 de fev. de 2017
A verdade é uma só: reverter um cenário de baixa produtividade de sua equipe irá exigir muito mais do que algumas “dicas milagrosas”. Portanto, antes de ler este artigo, você deve ter em mente de que será necessário investir algum tempo para alcançar bons resultados.
Pronto! Se você resolveu ficar, possivelmente é porque está cansado do enfoque ferramental que o tema produtividade costuma inspirar, mas que no dia a dia acaba se mostrando inviável. O tema que eu gostaria de abordar aqui para responder à pergunta do título, se resume em uma única palavra: confiança! Por definição, confiança é a crença de que as pessoas de quem dependemos irão cumprir com nossas expectativas.
Se você é responsável por liderar pessoas, é correto dizer que você responde também pelos resultados que elas entregam. E se as pessoas te enxergam como líder, certamente possuem expectativas em relação ao seu trabalho, dependem e querem saber como você pode ajudá-las a darem o melhor delas, certo? Bingo! Confiança e produtividade tem tudo a ver. Bora refletir sobre isso?
- Sem confiança, não há como melhorar a produtividade de uma equipe
E veja bem: estamos falando de elevar o desempenho do time todo, não de um único indivíduo. E quem diz isso não sou eu. Em seu livro “As cinco disfunções de um time”*, Patrick Lencioni apresenta cinco armadilhas que levam uma equipe a gerar resultados insuficientes. Veja aí o que está na base da pirâmide:
Quando os integrantes de um time não confiam no líder e o mesmo não promove um ambiente de confiança entre as pessoas, o problema vai se agravando e subindo para o topo da pirâmide. Sendo assim, se não há confiança, as pessoas passam a ter receio de conflito, o que significa não dizer exatamente o que pensam. E aí vem a falta de comprometimento, pois se o grupo não discutiu os caminhos, as pessoas resistirão bravamente em comprar uma ideia da qual não concordam.
E para completar o ciclo de insucesso, falta coragem para assumir as responsabilidades pela baixa performance e por fim o conformismo em relação ao resultado coletivo. OK, ficou meio simplista, mas é porque a teoria de Lencioni está aí disponível e a minha ideia é apenas usá-la como pano de fundo para compartilhar algo que eu mesma já vivi na prática.
- Se você é o líder, precisa entender que gerar confiança é sua responsabilidade
Já errei tanto nesse assunto, que daria para escrever um livro só de cases de insucesso, mas vou focar aqui em um exemplo positivo para ilustrar o tema. Em 2014, decidi mudar totalmente de área, deixando em segundo plano a carreira em marketing para assumir um desafio e um time novo como Head de RH. Minha experiência e minha curiosidade me habilitavam para esta transição e, apesar do medo, eu sabia que aprenderia muito e que os bons resultados viriam com o tempo. Minha maior preocupação era o que eu faria para liderar uma equipe que:
Quando os integrantes de um time não confiam no líder e o mesmo não promove um ambiente de confiança entre as pessoas, o problema vai se agravando e subindo para o topo da pirâmide. Sendo assim, se não há confiança, as pessoas passam a ter receio de conflito, o que significa não dizer exatamente o que pensam. E aí vem a falta de comprometimento, pois se o grupo não discutiu os caminhos, as pessoas resistirão bravamente em comprar uma ideia da qual não concordam.
E para completar o ciclo de insucesso, falta coragem para assumir as responsabilidades pela baixa performance e por fim o conformismo em relação ao resultado coletivo. OK, ficou meio simplista, mas é porque a teoria de Lencioni está aí disponível e a minha ideia é apenas usá-la como pano de fundo para compartilhar algo que eu mesma já vivi na prática.
- Se você é o líder, precisa entender que gerar confiança é sua responsabilidade
Já errei tanto nesse assunto, que daria para escrever um livro só de cases de insucesso, mas vou focar aqui em um exemplo positivo para ilustrar o tema. Em 2014, decidi mudar totalmente de área, deixando em segundo plano a carreira em marketing para assumir um desafio e um time novo como Head de RH. Minha experiência e minha curiosidade me habilitavam para esta transição e, apesar do medo, eu sabia que aprenderia muito e que os bons resultados viriam com o tempo. Minha maior preocupação era o que eu faria para liderar uma equipe que:
- Adorava o meu antecessor (um líder incrível, que respeito, admiro e é meu amigo até hoje) e sentia-se “abandonada” por ele;
- Já funcionava bem antes da minha chegada;
- Desenvolvia atividades que eu desconhecia completamente.

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