Empresa grande e reconhecida, mas com resistência a inovações. - Avaliação de funcionários no cargo de Analista De Sistemas Sênior na empresa Group Software

3,0
2 de jan. de 2015
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

A empresa é grande e possui bom nome no mercado.

Contras

São fechados para novidades ou para aceitar novas ideias que vão contra a cultura ou o costume de desenvolvimento da empresa.

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Resposta da empresa Group Software
3y
Olá, agradecemos muito por compartilhar conosco sua experiência! Agradecemos também pelas pontuações, estamos sempre abertos a sugestões, sempre afim de trazer melhorias em todos os âmbitos. Estamos a disposição.

Confira outras avaliações da empresa Group Software

5,0
12 de jan. de 2022
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

RH ativo e estratégico; Bons benefícios; Clima harmonioso, leve e descontraído;

Contras

Não tem contras no momento.😊

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Resposta da empresa Group Software
4y
Ficamos muito contentes com sua devolutiva, trabalharemos cada vez mais para que todos tenham a melhor experiência conosco! Estamos à disposição.
2,0
30 de dez. de 2025
Recomenda
Visão de mercado da empresa

Prós

A organização conta com profissionais tecnicamente competentes e oferece benefícios como vale-alimentação/refeição bons e plano de saúde Amil com coparticipação e desconto em folha.

Contras

A organização não possuía uma área estruturada de dados ou inteligência analítica. As decisões estratégicas eram altamente centralizadas no CEO e tomadas sem embasamento em dados, relatórios ou planejamento formal. Nenhuma área produzia relatórios gerenciais, não havia planejamento mensal nem utilização de metodologias como OKRs. Os analistas não tinham descrições formais de cargo e acumulavam múltiplas funções, incluindo atividades de gestão informal. Não existiam metas individuais, políticas de remuneração variável (exceto para vendas), plano de carreira ou critérios definidos para promoções e reajustes salariais. Os processos internos eram negligenciados, sem padronização, atualização ou acompanhamento. Algumas áreas utilizavam nomenclaturas e práticas sem compreensão clara de sua finalidade, e a liderança demonstrava resistência em orientar ou capacitar os times. O modelo de liderança refletia o perfil do CEO: centralizador, pouco orientado a resultados e desconectado das necessidades das equipes. Apesar do discurso sobre excelência, inovação e alta performance, essas diretrizes não se traduziam em práticas efetivas. A empresa operava com sistemas obsoletos, ignorava feedbacks de clientes e tendências de mercado, assumindo riscos operacionais. A ausência de indicadores inviabilizava a avaliação de resultados e aprendizados. A cultura organizacional era rígida, ultrapassada e excludente. A área de Recursos Humanos buscava promover melhorias, mas suas iniciativas eram bloqueadas pela liderança da área (que deixou a empresa em 2024), caracterizada por baixa autonomia e atuação estritamente reativa.

7
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