🌳 Ainda há muito a ser descoberto na Mata Atlântica — e algumas surpresas estavam mais perto do que imaginávamos! Três novas espécies nativas foram identificadas com apoio da Reserva Natural Vale, em Linhares (ES). Duas delas foram descobertas dentro da própria Reserva e a terceira nos fragmentos de floresta de tabuleiro do baixo Rio Doce. As descobertas são resultado de décadas de pesquisa e da colaboração com instituições científicas no Brasil e no mundo. Entre elas, uma planta da família do jiló e do tomate, que só havia sido coletada uma única vez… há mais de 200 anos! Para Geovane Siqueira, assistente de Meio Ambiente da Vale, atuando na Reserva Natural Vale, e conhecedor da flora do Espírito Santo, a descoberta reforça a importância da conservação da floresta em pé. Marcio Santos Ferreira, gerente de Recursos Naturais e Áreas Protegidas da Vale, complementa: “A cada descoberta ampliamos o conhecimento sobre a biodiversidade da Mata Atlântica”. Com cerca de 23 mil hectares protegidos, a Reserva Natural Vale é um espaço vivo de conservação, educação ambiental e ciência aplicada — e reforça nosso compromisso com a proteção da Mata Atlântica. A Caeté-vermelho e a Caeté-joelho foram descritas pelo Dr. João Marcelo Alvarenga Braga e Fernanda Ribeiro de Mello Fraga, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
O apoio a iniciativas que valorizam a cultura popular é um dos vínculos mais fortes que criamos com as localidades em que estamos presentes com nossas operações. Em sua sexta edição, o Edital Apoia, do Instituto Cultural Vale, vai destinar R$ 800 mil a 80 projetos culturais do Pará e Maranhão. E as inscrições estão abertas! Serão 40 iniciativas selecionadas pela Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA) e outras 40 apoiadas pelo Centro Cultural Vale Maranhão, que receberão recursos via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Podem concorrer expressões diversas da cultura popular, como música, dança, festejos tradicionais, entre outras. Em edições anteriores, já foram selecionados grupos de Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula, Reisado, artes circenses, artesãos e comunidades quilombolas, entre outros produtores de cultura. A premiação individual para cada projeto é de R$ 10 mil. As inscrições estão abertas até 17 de agosto. Confira: Saiba mais! Edital Apoia - Maranhão: https://lnkd.in/de7D_fJZ Edital Apoia - Pará: https://lnkd.in/defUuC_z
🌊 Oceanógrafos no nosso time? Temos! 🚢 Adotamos tecnologias para monitorar ondas, marés, ventos e correntes marítimas para que os navios possam atracar e partir em nossos terminais portuários, levando nossos minérios para todo o planeta. Sempre com segurança, eficiência e em harmonia com o meio ambiente! Quem traz mais detalhes sobre a importância da ciência do mar para o dia a dia da mineração é a gerente do nosso Centro de Excelência Náutica na Unidade Tubarão (ES), Danielly Falqueto Delpupo. Comenta aí se você sabia que na mineração também tem oceanógrafos!
🤖 Eles estão (cada vez mais) presentes na mineração! Os robôs de inspeção (EspeleoRobôs) simbolizam como levamos a inovação para o campo com o objetivo de garantir a segurança das nossas pessoas e dos nossos processos. Já chegamos à quarta geração desses robôs, que foram projetados, construídos e patenteados pelo Instituto Tecnológico Vale (ITV) de Ouro Preto (MG). Desde a primeira versão em 2017, esses importantes aliados das nossas operações já participaram de inspeções em mais de 50 estruturas de difícil acesso, contribuindo de forma significativa para a segurança operacional. São ambientes desafiadores em minas, barragens e ferrovias, como galerias, bueiros, dutos e extravasores de barragem. ✨A cada geração aprimorada, ampliamos a aplicabilidade dos robôs de inspeção em nossas atividades com avanços em recursos de sensoriamento, software, locomoção e proteção do equipamento. Esta é apenas uma das frentes de desenvolvimento robótico conduzidas continuamente no ITV pelos pesquisadores André Cid, M.Sc e Luiz Guilherme Dias de Barros, sob a liderança de Gustavo Pessin, que também avaliam e testam outros robôs existentes no mercado.
A primeira Semana do Clima da Amazônia está chegando ao fim com sensação de dever cumprido, ao gerar debates que engajaram diversos setores da sociedade na busca por soluções para os desafios ambientais, sociais e econômicos da região. O Fundo Vale patrocinou e participou dessa iniciativa transformadora junto com o Instituto Tecnológico Vale (ITV). Foi um momento oportuno para compartilharmos nossos aprendizados de 40 anos de atuação responsável na Amazônia. Uma experiência que conecta o presente à construção de um futuro sustentável para a mineração, e reafirma nosso compromisso no combate às mudanças climáticas. Quem acompanhou a programação em Belém (PA) foi a analista de Sustentabilidade Camila Maia, que também conversou com o nosso diretor de Mudanças Climáticas, Rodrigo Lauria, sobre a importância do evento.
Você sabe o que é blended finance? É quando diferentes tipos de capital, como filantrópico, público e privado, se unem para viabilizar projetos de impacto que, sozinhos, dificilmente sairiam do papel. Mais do que uma tendência, é uma nova rota para o desenvolvimento sustentável. Por meio do Fundo Vale, estamos ajudando a construir esse caminho, destravando o enorme potencial de negócios sustentáveis no Brasil. Mostramos que retorno financeiro e impacto socioambiental podem caminhar juntos, viabilizando causas de alto impacto na Amazônia e impulsionando negócios sustentáveis em escala. Essa trajetória de blended finance, com cases concretos e resultados reais, foi reconhecida no estudo "Case Studies on Blended Finance and Sustainable Investing in Brazil", da Columbia University. Nosso CFO, Marcelo Bacci, e o diretor do Fundo Vale, Gustavo Luz, foram entrevistados para explicar sobre as iniciativas apoiadas e sobre o papel estratégico do setor privado na transformação dos modelos de investimento e no fortalecimento de soluções sustentáveis. 🤝 Quando empresas, fundos públicos e investidores se unem, o impacto se multiplica. Temos orgulho de liderar essa transformação com visão de longo prazo e compromisso com um futuro mais sustentável, justo e inclusivo. Conheça alguns dos projetos apoiados pelo Fundo Vale, em âmbito da Meta Florestal 2030, nos cards abaixo, e acesse o estudo completo aqui: https://lnkd.in/gcnHv7jh
Já ouviu falar em pelotização na mineração? ⚙️A pelotização é um processo que transforma o minério de ferro particulado fino, que antes era descartado, em aglomerados moldados em pequenas esferas. Daí o nome “pelotas”, formato que maximizou o aproveitamento do ferro como matéria-prima! Victor Galo, ASQ SSBB, CIP-I, gerente de Operação das Usinas de Pelotização 5 a 7 da nossa unidade Tubarão (ES), conta mais sobre esse produto que fabricamos e a sua contribuição para a eficiência energética e para a otimização da produção do aço. ▶️ Confira no vídeo!
Inteligência Artificial na mineração? Sim, IA já é uma das principais ferramentas que utilizamos para aumentar a segurança e a confiabilidade de processos e estruturas na Vale, além de incrementar a produtividade em nossas operações. Começamos a adotar a IA em 2017 para reduzir riscos e aperfeiçoar continuamente nosso desempenho e resultados. Atualmente, contamos com cerca de 30 produtos e 1.500 modelos implantados em 70 projetos na empresa. Temos um time que reúne cientistas, engenheiros de dados e especialistas de negócios, dedicado exclusivamente a essa frente tecnológica. No vídeo abaixo, Evando Loiola, líder técnico do AI Center, conta como a inteligência artificial se consolida como um dos pilares que torna a nossa mineração cada vez mais sustentável!
O projeto Amazônia Live - Hoje e Sempre vai conectar as pessoas com a floresta e com a importância da sua conservação! Somos o patrocinador principal deste grande encontro inspirado pela música e por um mundo melhor, neste ano em que celebramos 40 anos da nossa presença no Norte do país e do nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável da região. A contagem regressiva começou. Em setembro, grandes artistas subirão ao palco, mas as atenções estarão voltadas para a proteção de uma Amazônia que canta e será ouvida por sua biodiversidade e riqueza cultural.
Há 40 anos, a Vale atua na Amazônia com responsabilidade, mostrando que é possível conciliar desenvolvimento socioeconômico e cuidado com o meio ambiente. Nesta região, produzimos 60% do nosso minério de ferro, em uma área que ocupa cerca de 3% do mosaico florestal de Carajás (PA). Vamos mostrar como esse legado nos conecta ao futuro sustentável da mineração durante a Semana do Clima da Amazônia, que acontece de 14 a 18 de julho, em Belém. Por meio do Fundo Vale, somos um dos patrocinadores do evento e estaremos presentes na programação, com destaque para os dois dias de painéis que realizaremos na sede do Instituto Tecnológico Vale. Confira nas imagens os destaques da nossa participação nesta iniciativa, que coloca a Amazônia no centro do debate sobre soluções estruturantes para combinar políticas públicas e iniciativas privadas focadas no enfrentamento conjunto dos desafios ambientais, sociais e econômicos da região! Se quiser saber mais, acesse a página: https://lnkd.in/d36j8szR