A Amazônia é feita de ciência, cultura e, sobretudo, de pessoas. No Pará, a biodiversidade vai muito além da floresta: ela também está nos produtos, nos modos de produção e nos alimentos que expressam a cultura e a identidade da região. No Instituto Tecnológico Vale, as pesquisas em sócio e bioeconomia partem desse olhar atento para o território. Ao estudar cadeias produtivas locais — como a da mandioca, tão presente na cultura alimentar paraense — buscamos compreender os produtos, os atores envolvidos e sua conexão com a cultura local. No vídeo abaixo, Maria das Graças, pesquisadora titular do ITV, compartilha mais sobre essa jornada. Dê o play e confira com a gente!
Quando falamos de futuro, falamos de escolhas feitas no presente. E algumas delas exigem escala, colaboração e visão de longo prazo. Nossa Meta Florestal 2030 é o compromisso voluntário da Vale, realizada pelo Fundo Vale, na frente de recuperação, e pela Reserva Natural Vale na frente de proteção, em parceria com a área de Desenvolvimento Sustentável do Instituto Tecnológico Vale Nos últimos cinco anos, aprendemos que restaurar vai muito além de plantar árvores. É fomentar negócios sustentáveis, apoiar comunidades, integrar conhecimento técnico, inovação financeira e parcerias estratégicas — criando um ecossistema capaz de gerar impacto positivo duradouro para a natureza e para as pessoas. Essa jornada envolve diferentes biomas, realidades e soluções, sempre com um olhar atento à diversidade, à inclusão produtiva e à resiliência ambiental. Um trabalho construído em rede, com o apoio de instituições científicas, organizações da sociedade civil, empreendedores locais e gestores públicos. Seguimos com a certeza de que florestas em pé, cadeias produtivas fortalecidas e conhecimento compartilhado são parte essencial da transição para um futuro de baixo carbono — e de um Brasil que cresce junto com a natureza. Confira no vídeo como avançamos nesse compromisso!
Allen Blue, um dos cofundadores do LinkedIn e vice-presidente de Gerenciamento de Produtos da plataforma, visitou o nosso escritório em Belém (PA) durante a COP30. Após seu encontro com nosso CEO, Gustavo Pimenta, ele conversou com a gente sobre as iniciativas que conduzimos – e que reafirmam o papel fundamental da mineração para o desenvolvimento de soluções conectadas ao futuro do planeta. Confira no vídeo!
🚧 Segurança reforçada: um marco em nossas barragens! A Barragem Vargem Grande, em Nova Lima (MG), teve seu nível de emergência encerrado após decisão da Agência Nacional de Mineração. Esse resultado é fruto do trabalho integrado das nossas equipes, que atuam com dedicação e responsabilidade para fortalecer a segurança das estruturas, comunidades e meio ambiente. Continuamos avançando nas obras de eliminação de barragens a montante, investindo em tecnologia de monitoramento e implementando novos processos para a destinação de rejeitos. Juntos, seguimos transformando a mineração!
Toda quinta-feira, o Rogério Toscano ✊🏽🏳️🌈, analista de RH no nosso escritório do Rio de Janeiro (RJ), reserva alguns minutos para deixar o dia dos colegas mais doce. 🍬 Há 20 anos, ele percorre os andares distribuindo balas e ganhando sorrisos. Rogério calcula que já distribuiu cerca de 1,5 tonelada. Por trás desse gesto simples existe um propósito: espalhar leveza, conexão e alegria no ambiente de trabalho. E fica o lembrete: nesta época de festas, em que presenteamos quem a gente gosta, a história do Rogério mostra que podemos encher o ano inteiro de pequenos atos que iluminam o dia de alguém. 👉 Confira mais sobre essa tradição no vídeo abaixo.
Concluímos as obras de descaracterização da Barragem Campo Grande, na Mina de Alegria, em Mariana (MG). Demos mais um passo importante no nosso compromisso com uma mineração cada vez mais segura e responsável. Campo Grande é a primeira barragem a montante do Complexo Mariana a ter a descaracterização concluída, contribuindo para o avanço do nosso Programa de Descaracterização. Com essa entrega, alcançamos 63% de execução das 30 estruturas previstas no programa. Outras duas barragens do Complexo Mariana seguem em obras: Doutor, com conclusão estimada para 2029, e Xingu, iniciada este ano, com previsão para 2034. Por trás desse avanço, estão nossas pessoas, que trabalham 24 horas por dia, em prol da segurança das comunidades e do meio ambiente. Com o trabalho das equipes em campo, o uso de tecnologias de monitoramento e a adoção de novos processos para destinação de rejeitos, seguimos transformando o futuro da mineração!
As soluções baseadas na natureza (SBN) conquistaram relevância no enfrentamento às emergências climáticas. E manter a floresta em pé, por exemplo, significa preservar um ecossistema fundamental para capturar CO2 da atmosfera. Esse foi o objetivo de um estudo conduzido pelo Instituto Tecnológico Vale (ITV) na Floresta Nacional de Carajás, uma das unidades que ajudamos a proteger no Sudeste do Pará, em parceria com o ICMBio. O ITV identificou que essa área florestal, equivalente a cinco vezes a cidade de São Paulo, revelou uma capacidade de armazenar 490 milhões de toneladas de CO2e. Entre a flora mapeada, a espécie Cinzeiro (Erisma uncinatum Warm) apresentou o maior desempenho: uma única árvore é capaz de sequestrar da atmosfera 58 toneladas de CO2e, carbono correspondente à queima de 25 mil litros de gasolina. Os indicadores que mapeamos na Floresta Nacional de Carajás materializam o potencial em destaque na declaração de Marcelo Behar, enviado especial para Bioeconomia durante a COP30, ao recém-lançado portal "Radar Mineração", nosso ativo de brand publishing voltado à cobertura jornalística do setor. Confira a íntegra da entrevista em https://lnkd.in/dqkr_uUu
Já pensou como descarregamos os vagões com cerca de 80 toneladas de minério de ferro cada em poucos segundos? O Victor Vervloet, coordenador de Processos de Operações na Unidade Tubarão (ES), revela como agilizamos esse processo no Virador de Vagões. O equipamento vira as composições a 180º para despejar a carga nas correias transportadoras e daí seguirem para as usinas, pátios ou navios, com segurança e sempre de olho nos controles ambientais. E uma curiosidade: quer saber quantos vagões desses passam todos os dias pelo nosso virador? Descubra com a gente no vídeo!
É com grande orgulho que celebramos o reconhecimento do nosso presidente, Gustavo Pimenta, como CEO Comunicador do Ano no Prêmio Aberje 2025! A Aberje é uma das instituições mais importantes da comunicação corporativa no Brasil, com mais de cinco décadas de atuação e uma premiação reconhecida pela credibilidade, rigor e referência em boas práticas. O prêmio valoriza líderes que mobilizam pessoas, inspiram times e fortalecem a cultura organizacional por meio de uma comunicação clara e alinhada aos desafios e oportunidades do presente. O reconhecimento é muito relevante para nós, pois reforça o valor do que estamos construindo, juntos, e nos impulsiona a seguir evoluindo, com transparência e responsabilidade. É também um reflexo do trabalho de todos os profissionais que atuam diariamente conectados ao nosso propósito: existir para melhorar a vida e transformar o futuro. Juntos. Compartilhamos um pouco desse momento especial no vídeo abaixo. Confira!
As sementes que a natureza descarta, e não germinam, fazem brotar a inspiração para as biojoias e outras peças do projeto Eco Canaã. Essa é uma das iniciativas aceleradas com recursos da Fundação Vale, que a série “Link Vale Jornada COP30” foi conferir em Parauapebas (PA). Além do foco no empreendedorismo, o Eco Canaã oferece capacitações para formar localmente novas artesãs e dá visibilidade a outros trabalhos que carregam o bioma amazônico e a identidade cultural do Norte do país. Confira no vídeo!