A COP30 é espaço de diálogo, de trocas e de encontro de culturas! E destacamos o protagonismo indígena presente na identidade brasileira com a exposição “Brasil: Terra Indígena”, no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi, em Belém. Por meio do Instituto Cultural Vale, patrocinamos essa iniciativa que reúne a atividade cultural de mais de 300 povos de 26 estados e DF. Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão, conta no vídeo mais sobre a exposição, que celebra a valorização das comunidades locais como parte dos 40 anos da atuação da Vale na Amazônia.
Nesta COP30, a bioeconomia tem revelado ainda mais todo o seu potencial. E junto com o Fundo Vale, temos contribuído aqui na Amazônia para a promoção de desenvolvimento socioeconômico a partir de soluções baseadas na natureza. No vídeo, nossa VP de Sustentabilidade, Grazielle Parenti, conta como o nosso investimento em pesquisa e desenvolvimento é processo-chave para impulsionarmos e compartilharmos essas iniciativas que impactam pessoas e mantêm a floresta em pé! É só dar play e conferir!
A COP30 é um espaço de trocas, aprendizados e construção de parcerias — e foi justamente por meio da união entre a Vale, o Fundo Vale e o Governo do Pará que iniciativas como o Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia se tornaram realidade. Entrevistamos Marcos Da-Ré, diretor de Economia Verde da Fundação CERTI, que falou sobre o papel do Parque como um ambiente voltado a negócios que geram valor para a floresta em pé e para a recuperação de ecossistemas na região. A Vale e o Fundo Vale são parceiros estratégicos dessa iniciativa, apoiando desde o planejamento e o modelo de operação até a implantação da infraestrutura do espaço. Confira o vídeo completo e saiba como o Parque está ajudando a construir um novo modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia!
A COP30 é o momento de compartilharmos o papel essencial da mineração na redução de emissões de carbono da cadeia produtiva do aço, e na transição energética global orientada pela eletrificação. Como destaca o nosso diretor de Mudanças Climáticas e Descarbonização, Rodrigo Lauria, durante essas duas semanas da conferência em Belém estaremos focados na construção de um diálogo consistente com diversos setores da sociedade, trazendo as contribuições do setor mineral para juntos avançarmos na implementação dessas transformações. Dá um play e confira como a mineração está conectada ao futuro do planeta!
Demos continuidade à nossa programação durante a COP30 com a apresentação das nossas ações em sistemas agroflorestais — modelos que integram floresta, agricultura e pecuária para recuperar solos, aumentar a biodiversidade e gerar renda para comunidades locais. O evento aconteceu na Casa da Biodiversidade e Clima, sediada no Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITV). Confira no vídeo de Juliana Vilhena, gerente de Estratégia, Gestão e Impacto no Fundo Vale, como as agroflorestas estão ajudando a transformar paisagens e vidas! Saiba mais em https://lnkd.in/dWTs939j
Seguindo nossa programação durante a COP30, a líder de Biodiversidade da Vale, Leticia Guimarães, participou de um debate sobre a importância das parcerias público-privadas para a conservação e proteção da natureza, na Casa da Biodiversidade e Clima - sediada no Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITV DS), em Belém (PA). Letícia destacou que o trabalho coletivo é essencial para alcançar resultados concretos na preservação da biodiversidade e no desenvolvimento sustentável da Amazônia. Um exemplo disso é a parceria entre a Vale e o ICMBio, que há quatro décadas protege e conserva 800 mil hectares de floresta no Mosaico de Carajás, onde as nossas operações ocupam apenas 3% da área. Uma outras iniciativa é a nossa Meta Florestal voluntária, que prevê ainda recuperar e proteger 500 mil hectares além das nossas fronteiras até 2030, reforçando o compromisso com soluções baseadas na natureza e a conservação da biodiversidade.
Hoje abrimos as portas da Casa da Biodiversidade e Clima, na sede do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITV DS), em Belém (PA). Ao longo destas duas semanas da COP30 na capital paraense, esse espaço coordenado em parceria com a ABEMA - Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente será destinado a trocas entre governos, comunidades, academia, setor privado, sociedade civil organizada e organismos internacionais. E a Vale levará para esse ambiente de interações os aprendizados consolidados em 40 anos da nossa atuação responsável na Amazônia. Confira mais nas entrevistas com Hugo Barreto, nosso diretor de Clima, Natureza e Investimento Cultural, Patricia Daros, diretora de Soluções Baseadas na Natureza da Vale, e Guilherme Oliveira, diretor Científico do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável.
A COP30 começou! Estamos em Belém para participar desse marco histórico para a agenda climática global. Nas duas próximas semanas, os olhos do mundo se voltam para esse ambiente de diálogo e engajamento entre diversos setores da sociedade, que tem como palco a Amazônia. Confira, a seguir, como nossa atuação responsável com foco da mineração do futuro e as iniciativas que conduzimos há 40 anos na Amazônia se conectam com o que estará em debate durante a conferência na capital paraense!
Um dos portos mais movimentados do Brasil está inovando suas operações com o uso de drones para medir os calados dos navios — a profundidade em que estão submersos. Antes feito por equipes em lanchas, o processo agora é realizado por drones que sobrevoam as embarcações e capturam as marcações nos dois bordos (Bbombordo e boreste). O resultado? Mais segurança, agilidade e eficiência. O que levava até 1 hora, agora é feito em apenas 10 minutos, reduzindo o tempo de parada nos terminais de Minério e Praia Mole, no Porto de Tubarão, em Vitória/ES. Essa inovação não só otimiza a logística como também garante maior precisão na medição da carga embarcada e segurança na navegação. Quem nos explica mais sobre o projeto é o Osmane Faria Stiba, especialista Marítimo Portuário na Vale. Confira!
O aço é protagonista na descarbonização e na transição energética, sendo utilizado em praticamente todas as soluções que impulsionam esse movimento. Mas sua produção ainda é um processo que envolve alta emissão de carbono. Para se ter ideia, o setor siderúrgico responde por 8% das emissões globais! Como garantir então um insumo tão importante e, ao mesmo tempo, proteger o planeta? Foi por isso que desenvolvemos o briquete de minério de ferro, uma revolução rumo à descarbonização da siderurgia. Fruto de uma pesquisa de 20 anos, esse produto reduz emissões de gases de efeito estufa e abre as portas para termos um mundo mais sustentável. Entenda nos cards por que ele é tão inovador e importante para o futuro.